sábado, 2 de setembro de 2017

Jogatina: Mass Effect 2 (Renegado)


Após os acontecimentos do primeiro jogo, Commander Shepard é morto em uma emboscada por uma misteriosa espécie de alienígenas chamado Collectors. Shepard é revivido dois anos depois do ataque por um organização extremista humanitária chamada Cerberus, e tem a missão de conseguir mais informações sobre os Collectors e por que eles estão abduzindo colonizações humanas inteiras. Shepard precisa recrutar e ganhar a lealdade de um grupo de heróis para fazer o que parece ser uma missão suicida. Muitos elementos do primeiro jogo voltam e, ao mesmo tempo, diversos outros renovam a série.

  Jogatinas acontecem em live e os episódios são mandados no dia seguinte (ou um pouco depois) para o Youtube. Na maioria das vezes separo no Youtube dois episódios por dia.


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Crítica: Pequeno Demônio (Netflix)


  Pequeno Demônio (Little Evil) é um filme que mostra a triste vida de todos os padrastos. Ainda mais quando o meliante dá a sorte de virar padrasto do capeta encarnado. Foi lançado nessa sexta, primeiro dia de setembro de 2017.


  O filme apresenta o personagem Gary (Adam Scott) que acaba de casar com a cocotinha Samantha (Evangeline Lilly). Só que o coitado do rapaz não sabia era que a mulher tinha dado a luz a um capetinha (não é só no sentido de ser travesso). O menino é o zebu.

  Com uma narrativa inteligente e interessante, o filme foi montado de um modo que o não siga uma narrativa linear (pelo menos na explicação de algumas coisas) onde não fica difícil ou confusa de acompanhar. Confesso que achei até melhor assim. As explicações vão aparecendo um pouco depois e quando são explicadas fica tudo bem feitinho.

  E olha só, nunca achei que avaliaria uma comédia (de terror) desse modo, mas Pequeno Demônio é uma comédia com uma pegada bem inteligente (nada de besteirol americano). E confesso que o ritmo e o rumo que o filme levou me agradou bem mais que o "humor" em si. Falo mais disso a seguir.

  O humor do filme, pelo menos pra mim, ficou bem a desejar. Não ri como quando assisti o também lançado Baywatch (que considero até agora o melhor filme de comédia do ano). Talvez seja eu apenas, mas no geral o humor apresentado pelos personagens tendem a ir mais para o lado de besteirol americano só que puxado para os adultos. Bridget Everett, comediante que interpreta a, ops, o amigo de Gary tem umas cenas que o que eu mais queria na hora é que acabassem logo. A maioria dos diálogos que eram para ser engraçados acabam se tornando maçantes demais e no fim só o que dá para aproveitar é o caminho que o filme leva e o ritmo interessante. Engraçado porque era para ser um filme de comédia.

Conclusão


  Mesmo sendo fraco no quesito humor na maioria das vezes, Pequeno Demônio consegue se sair bem com sua narrativa interessante e acaba se tornando uma boa pedida para assistir casualmente como quem não quer nada. Se procura um bom filme de comédia, recomendo Baywatch. Se quer adorar o capeta e presenciar umas reviravoltas que fariam Jesus renascer, assista esste filme. 

  Pequeno Demônio já está disponível para ser assistido via Netflix.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Primeiras Impressões: The Deuce

Eu não tava levando fé no James interpretando os irmãos gêmeos, mais depois desse diálogo deles aí dei com a cara no muro!

  The Deuce é a nova série da gigante HBO que vai estrear 10 de setembro. Esses dois rapazotes aí da imagem cima vão se meter em uma treta pornográfica que vai ser divertido de acompanhar, hein? O Tio Lobo aqui assistiu o episódio piloto e vai dar as impressões logo aqui em baixo.


  A série vai nos mostrar os irmãos gêmeos Vincent e Frankie Martinno entrando no ramo da industria pornográfica. O interessante é que, pelo menos no primeiro episódio, não vejo como esses dois personagens vão se meter nesse meio. Vincent é um barman com uma mulher e dois filhos que segue sua vida dia após dia. Já Frankie vive apostando e parece ser completamente o oposto do irmão. Mas até que a série para um piloto dá um bom avanço onde vemos indícios de uma mudança em Vincent.

  Mas não se enganem, a série não mostra somente esses dois. Um destaque para o piloto foi a apresentação dos cafetões suas putas (desculpem, não achei outro nome para elas). New York parece ser um paraíso para esses cafetões e parece super normal ver eles bem vestidos pelas ruas enquanto tentam recrutar novas meninas. 

  Falando em ruas, não posso deixar de falar da ambientação que está foda demais. Nos sentimos penetrados em uma New York tomada pela sofrência das drogas, da violência e tudo mais que aquela época poderia oferecer. E claro, sexo pra caralho. Mas não se enganem, não veremos só peitinhos e bundinhas como vemos em Game of Thrones, aqui a nudez é muito mais explícita e descarada. A temática da série justifica muito bem isso.


  Se você busca ação desenfreada pelo menos a principio essa série não é pra você. O que temos é uma apresentação muito boa de um cenário que vai se desenvolvendo de acordo com o desenvolvimento dos personagens que são muito bem interpretados. É o tipo de série que eu tento evitar: muita falação e pouca ação. Mas por outro lado essa falação não é chata ou dá sono devido ao seu cenário interessante que rodeia toda a trama. Dá vontade de continuar assistindo para entender o que se passa entre os cafetões e suas putas ou até que rumo os irmãos vão levar.

  Concluindo: aparenta ser uma série muito bem desenvolvida e pé no chão. Os diálogos são inteligentes e nada enrolados. Os personagens apresentados são muito interessantes (até mesmo o que não aparecem tanto e nem vão aparecer). James Franco parece que vai se dar muito bem interpretando os irmãos (e como estamos vendo um ator interpretando vários personagens, hein?) E claro, tem o que toda série boa tem: te prende já no primeiro episódio.

  The Deuce vai ser lançada na HBO dia 10 de setembro de 2017.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Crítica: Onde Está Segunda?

Deixa a Segunda pra lá porra! Ninguém gosta dela!

  Onde Está Segunda (What Happened to Monday) é um filme de suspense e ação que se passa em um futuro onde as pessoas não consegue controlar seus pintinhos e sua xaninhas fazendo assim a terra quase explodir em população. Foi lançado 18 de agosto de 2017.


  O filme conta a trágica e curiosa história de sete irmãs gêmeas (pelo menos na infância) que vivem escondidas em um mundo (nosso mundo) onde uma família só pode ter um filho, não mais que isso. Caso a família tenha mais de uma criança, a mesma ou as mesmas são levadas para serem congeladas até que o problema de população do mundo seja resolvido. O plot é interessante, foi bem pensado mas acredito que ficou mal produzido. 

  Cá entre nós: o mundo tá sem comida, beleza. E porra, as pessoas continuam trepando e tendo mais filhos! Como pode isso gente?! Elas resolvem trepar e consequentemente morrer de fome depois só por causa de uma foda, é foda. Maaaaas o filme tenta explicar que isso ocorre depois de os alimentos começarem a ser feitos pelo homem ao invés da natureza (isso não é spoiler!). Mesmo assim, isso não faz sentido algum! Mesmo sendo ficção científica, acredito que poderiam ter pensado em outra coisa para justificar tamanha população na terra. Só que por outro seria justificável por causa da já conhecida burrice da raça humana, mas mesmo assim não desceu. 

  Voltando para a semana, a atriz Noomi Rapace (Prometheus, Alien Covenant, Sherlock Holmes +) consegue entregar os setes dias da semana que forma muito bem convincente. Cada irmã tem sua personalidade e sua utilidade para trama que encaixa perfeitamente. Mesmo o filme nos dando um tapa na cara depois ao vermos o que acontece com os personagens e elas. 

  A ambientação do filme não me pareceu muito boa. Fiquei curioso em saber como elas sobreviveram tanto tempo escondidas sendo que deu a entender que a comida que elas compravam dava só para uma pessoa. Talvez seja o ritmo acelerado do filme que não deixou mostrar mais. Por outro lado deixou bem claro como elas faziam para sobreviver naquele mundo como uma só.

  O filme tem muitos furos que se eu fosse citar todos acabaria dando spoilers, então vou deixar para vocês tentarem ver quais são. Por outro lado esses furos não acontecem nas lutas (ou seria mais sobrevivência das sete?), que são bem explicadas e suas conclusões muitas vezes acabam nos surpreendendo. 

Conclusão

  Mesmo com todos seus furos e mal aproveitamento de toda sua ambientação, Onde Está Segunda entrega um filme diferente e uma atuação digna de ser apreciada da Noomi Repace. Pode divertir quem procura uma ficção científica sem precisar se prender a detalhes mas pode afastar quem procura detalhes bem explicados ou ação de tirar o fôlego. 

  Onde Está Segunda pode ser assistido via Netflix

Crítica: Death Note (Netflix)

DeFoe como Ryuk pode ser considerado a melhor coisa do filme!


  Death Note é uma adaptação da aclamada obra criada por Tsugumi Ohba. Já teve Mangá, Anime e live actions estrangeiras (japonesas creio eu). Esse Death Note que criticaremos nessa postagem é uma adaptação americana distribuída pela Netflix que foi lançada em 25 de agosto de 2017. Levou os otakus a loucura!


  Antes de começar eu gostaria de deixar claro qual é a minha visão sobre Adaptações. Um mangá, HQ, anime, animação, livro, o que quer que seja, existe por causa de um ponto de partida, algo que define a obra. Por exemplo, no anime de Death Note o que eu considero um ponto chave é o Death Note (livro/caderno). Então se uma adaptação de cinema que usasse esse ponto chave para fazer o filme, para mim já contaria como uma adaptação. Mas o resultado que vai dizer se vai ser bom ou não, vai depender unicamente e exclusivamente da produção dessa adaptação. Ou seja, se o filme vai ser bom ou não. Por isso que para mim não existe adaptação boa ou ruim. O que é existe é filmes bons e ruins. Uma adaptação ADAPTA as coisas, então se mudarem o Light, o L, o que for e não mudar o conceito principal que é o Death Note, para mim está valendo. Dito isso, vamos para a crítica.

  O filme conta a história de um rapaz que tem em mãos um caderno/livro capaz de tirar a vida das pessoas. É uma explicação bem resumida que já serve para o filme. Light é o nome do rapaz que provavelmente tem diversas personalidades, pois muitas vezes grita como uma menina ao ver um ser de outro planeta (ou o próprio capeta); fica cegamente apaixonado; e depois dá uma de super calmo e pé no chão para se dar bem no final (contrariando totalmente seu jeito histérico do inicio). Vendo isso, concluímos que a construção dos personagens não vai nada bem no filme.


  As cenas de mortes são lindas, diria que é um ponto fortíssimo do filme. Mas sua direção e eu diria até produção é tão descuidada que acaba jogando tudo isso pelo ralo. O mesmo eu diria para o tratamento de áudio que muitas vezes parece que esqueceu de aumentar as vozes dos atores nas conversas. Não sou um expert em áudio nem nada do tipo, mas claramente não pensaram em nivelar o som geral do filme na edição.

  O filme tem um ritmo rápido e do começo para o meio fica bem divertido. Só que a partir dai vemos aquela perseguição do L atrás do Kira que fica mais chata que tudo. Vemos um L deduzindo coisas só por deduzir, porque oras, ele deve ser super inteligente a ponto de saber coisas que ninguém saberia. E nem venha me dizer que ele é só um super investigador que isso não engulo não. Justificar as ações dele seria uma ação muito inteligente dos responsáveis pelo filme, mas como eu disse antes, foram bem preguiçosos em vários aspectos do filme. 

  O Ryuk, interpretado por Dafoe, é um destaque interessante no filme. Mesmo não mostrando ele claramente por causa de uma escolha bizarra dos produtores, só sua voz é capaz de tornar o personagem bem interessante. Só que por outro lado, não acredito que ele mereça tanto destaque que esteja recebendo por aí, dizendo que ele é a melhor coisa do filme. Oras, o personagem mal aparece comparado aos outros. Se tivesse mais participação talvez eu daria mais destaque para ele.


Concluindo


  Mesmo com todos seus defeitos de personagens mal construídos e deslizes de produção / direção, acaba prendendo por causa de seu conceito que querendo ou não é bem divertido de se acompanhar: um jovem que tem em mãos um caderno que nele pode escrever o nome de quem ele quer que morra. Se você for muito ligado na obra original talvez fique bem chateado com tanta mudança nos personagens, então se não tem a mesma visão de adaptação que a minha que citei acima, certamente não vai gostar. Mas caso você não conheça a obra que foi adaptada, é bem provável que goste do filme.

  Death Note pode ser assistido via Netflix.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Crítica: Os Defensores

O cego; a bêbada; o tarado por café; e o chato


  Os Defensores, nova (e conhecida) série da Netflix que estreou dia 18 de agosto de 2017. Uma série onde pessoas que fazem de tudo para não serem heróis acabam se tornando heróis. E claro, no meio disso eles não deixam de brigar entre si. 

  Antes de realmente começar, eu gostaria de destacar que assisti as duas temporadas de Demolidor; a primeira da Jessica; a também primeira do Luke; e por motivos de não gostar nadinha do personagem eu não assisti a série do Punho de Ferro. Acho que foi uma das melhores escolhas que já fiz na vida. Mas falemos disso mais adiante.

  Quando fiquei sabendo que a Netflix iria produzir Os Defensores, confesso que fiquei hypado. Acreditei que seria tomado pela nostalgia de ver tantos heróis juntos como aconteceu no primeiro filme dos Vingadores. Porque cá entre nós, essas séries individuais dos personagens tratam como se só houvesse no mundo aqueles personagens que aparecem na série. Por exemplo: nas duas temporadas do Demolidor parece que só havia ele de herói (ou anti herói) no universo. Tá, teve algumas citações, mas eu sinto uma puta falta de mais referências.


  A série realmente distribui bem o espaço que dá para todos os personagens se desenvolverem (mesmo já estando todos bem desenvolvidos). E esse espaço é tão grande que até o episódio 3 você querer dormir é normal, não esquente, não foi só você. Tudo realmente começa quando os nossos queridos heróis não heróis se encontram totalmente por acaso (ponto para o roteiro!).

  Quando o grupo se junta realmente é aí que a coisa começa a ficar boa. As lutas estão muito mais elaboradas; a nova dinâmica de enquadramento ganha bastante destaque na famosa luta do corredor e também no final; mas é só isso. Os personagens passam a maior parte discutindo como o Tentáculo é perigoso do que lutando contra o mesmo, infelizmente. 

  Já que falei no Tentáculo, não posso deixar de falar o quão mal aproveitado foi essa terrível organização. Os personagens que compõe a organização foram muito bem apresentados (como alguém que dissecava um urso) só que foram terrivelmente aproveitados. A série toda é baseada nos heróis com medo do Tentáculo sem nem ao menos tentarem lutar contra eles. Tá, eles lutaram, mas foi só quando a "arma" do Tentáculo foi usada. E antes disso?

  Acredito que esse medo que eles tinham do Tentáculo foi bem besta. Tá certo que é uma organização já com bastante fama e todos sabem que é perigosa e blá blá e mais blá. Mas gente, esse lance dos heróis brigando e discutindo entre si é tão clichê, sério. Mesmo sendo justificável por causa da personalidade de cada um, eles têm tanto medo do Tentáculo que ainda sim perdem mais tempo discutindo e brigando entre si. Faz sentido? Não. Mas deu pra engolir.


  Os diálogos rápidos e o humor nas conversas entre eles é muito divertido de se presenciar. Eles ficaram bem naturais e não fugiu muito do que a personalidade de cada um tem a oferecer. A Jessica que o diga. 

  O pior de toda série? Punho de Ferro e a vilã principal Alexandra. Quando os dois aparecem dá uma vontade de cortar os pulsos e depois se afogar no sangue. O problema é que, querendo ou não, os dois ganham e muito destaque por causa do roteiro. Punho de Ferro tem uma personalidade blé e quando entra em ação não cativa nem um pouco. Já a Alexandra vive morrendo pelos cantos e só serve para dar espaço no final para o melhor da série que não vou revelar o que é (porque é spoiler).

  Não que eu esteja dizendo que não vale a pena assistir a série, só estou alertando que não são só flores. A série tem sim seus acertos, seja com as "ajudantes" dos heróis (se é que podemos chamá-las assim porque elas parecem ter mais culhões que eles), seja com os diálogos bem construídos e as cenas de luta também (mesmo que poucas). 


Concluindo


  Os Defensores é um misc de todas as outras séries solo dos Defensores que deixa um pouco a desejar no ar. Por outro lado, consegue entregar uma série com inicio, meio e fim. 

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Jogatina: Mass Effect 1


O jogo se passa no ano de 2183. O jogador assume o controle de um soldado de elite chamado Shepard, que é mandado em missões de exploração pela galáxia em uma nave espacial, chamada Normandy. O título Mass Effect faz referência a uma tecnologia presente no jogo, que permite a viagem em uma velocidade mais rápida que a luz.

 Jogatinas acontecem em live e os episódios são mandados no dia seguinte (ou um pouco depois) para o Youtube. Na maioria das vezes separo no Youtube dois episódios por dia.


Extras e links

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